quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Endometriose saiba mais sobre o assunto

Matéria: Divulgação

A endometriose é uma doença que atinge muitas mulheres hoje em dia (acredita-se que de 10 a 15% da população têm o diagnóstico) e que gera muitas dúvidas. Entre os principais sintomas, é possível destacar cólica menstrual em graus variados; dificuldade para engravidar, presente em 30% a 40% das mulheres com endometriose; alterações intestinais durante o período menstrual, como dor ou sangramento na evacuação; desconforto ou dor durante a relação sexual no fundo da vagina; inchaço abdominal; dor para urinar ou sangramento na urina na época da menstruação e dores contínuas na pelve independente do período menstrual.
O crescente número de diagnóstico dessa doença faz com que as mulheres busquem mais informações sobre o tema. O ginecologista e obstetra Tomyo Arazawa, da Alira Medicina Clínica, listou e respondeu as 10 principais dúvidas que as pacientes levam ao consultório dele, que também podem ser as dúvidas de outras mulheres.

1) A endometriose é difícil de ser diagnosticada?
A endometriose cabe dentro de diferentes diagnósticos das pacientes que têm dor (na pelve, na relação sexual e em cólicas menstruais, por exemplo), por isso é um dos diagnósticos mais difíceis de se fazer. E os motivos para isso são vários: pode ser confundida com outras condições que podem causar dor pélvica, como a síndrome do cólon irritável, doença inflamatória pélvica ou cistos ovarianos. Caso o médico não esteja atento aos sintomas e aos relatos, as pacientes podem demorar anos para serem diagnosticadas corretamente. Outro complicador é que alguns exames como ultrassom e ressonância podem ajudar a levantar a hipótese da doença, porém muitas vezes a endometriose pode passar despercebida mesmo por esses exames. Nesses casos, a certeza só é obtida com a vídeo-laparoscopia, uma cirurgia minimamente invasiva que serve, ao mesmo tempo, para diagnosticar e tratar.

2) Mulheres com endometriose têm muita dor?
A dor é um dos maiores sintomas da doença. Em geral, as pacientes têm muita cólica menstrual, dor na relação sexual de profundidade, dor intestinal no período menstrual, dor para urinar no período menstrual e dor pélvica crônica. Em casos mais severos, a dor impacta na qualidade de vida da mulher causando o isolamento social e a diminuição da vontade de ter relações sexuais, por exemplo. Outras mulheres, por outro lado, podem não sentir dor nenhuma.

3) A endometriose aumenta o risco de câncer?
Estudos mais recentes têm mostrado uma pequena correlação entre o antecedente de endometriose e alguns tipos de câncer, principalmente o câncer de ovário. Essa correlação, porém, ainda não está bem estabelecida pelos estudos disponíveis. O aumento do marcador tumoral CA125 assusta muitas pacientes com endometriose. Esse marcador costuma se alterar em casos de câncer de ovário e em outros tipos de câncer, mas também fica alterado em muitas doenças benignas, como na adenomiose e na própria endometriose. Nessas situações, outros exames de imagem auxiliam a diferenciação, mas só é possível ter certeza do diagnóstico com a cirurgia.

4) A endometriose pode ser hereditária?
De acordo com informações da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, estudos com mulheres gêmeas demonstraram que dentre os fatores de risco para endometriose o caráter hereditário está presente em 51% dos casos. Vários genes podem estar alterados em mulheres com endometriose, por isso, a doença é considerada poligênica, um tipo de herança genética. Casos de endometriose na família é fator de alerta para as mulheres.

5) Mulheres com endometriose podem engravidar?
Na maioria dos casos, as mulheres conseguem engravidar sim. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado, é possível realizar o sonho da maternidade, mesmo após a doença detectada. Porém, com a doença, a dificuldade de engravidar aumenta. A endometriose é a maior causa de infertilidade feminina. Mais de seis milhões de brasileiras na faixa etária de 20 a 40 anos apresentam o diagnóstico, de acordo com a Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE). Dessas, cerca de 30% a 40% terão dificuldades para engravidar. Mas, não há motivos para desânimo, o Brasil é referência internacional no diagnóstico e tratamento de pacientes com endometriose.

6) Depressão faz parte dos sintomas da endometriose?
A depressão não é considerada uma das causas da endometriose, mas pode ser uma consequência das dores e sofrimento que as pacientes vivenciam. Por isso, alguns estudos indicam que mulheres com a doença são mais propensas a desenvolver a depressão (cerca de 40% a 50% das pacientes podem ter depressão ou algum outro distúrbio psicológico ou psiquiátrico). Por outro lado, é possível que pacientes com depressão possam ter alterações imunológicas por alteração do hábito alimentar e má qualidade do sono, o que por sua vez poderia favorecer o desenvolvimento da endometriose. Esta associação porém precisa ser melhor estudada. Uma coisa que sabemos é que a depressão costuma aumentar a sensação de dor que essas pacientes vivenciam, provocando aumento da intensidade da dor, sem necessariamente ter piora da endometriose.

7) A endometriose tem cura?
A endometriose é uma doença crônica que até o momento não tem cura definitiva. Dentre os tratamentos disponíveis, a cirurgia é a que tem a maior perspectiva de melhora próxima à cura. Ainda assim, há chances de recidiva ao longo dos anos. Após a menopausa, com a queda dos hormônios femininos, as lesões de endometriose regridem e com isso os sintomas tendem a melhorar.

8) O único tratamento é o cirúrgico?
Tudo vai depender de cada caso. Em alguns, o acompanhamento com pílulas anticoncepcionais pode melhorar a sensibilidade de diversos sintomas. Contudo, os tratamentos medicamentosos não têm a função de fazer as lesões desaparecer, e sim de controlar os sintomas de dor e de bloquear os hormônios que estimulam o crescimento da endometriose. O tratamento cirúrgico ainda é o único disponível para retirar as lesões.

9) Em casos de cirurgia, quanto tempo preciso para voltar à rotina normal?
O tempo de recuperação de modo geral é rápido, mas isso depende da extensão da doença e da complexidade da cirurgia. Em menos de duas semanas a paciente já costuma retornar as suas atividades e voltar a trabalhar. Porém, nos casos em que é necessário retirar parte do intestino, parte da bexiga ou de outro órgão acometido por endometriose, esse tempo pode aumentar. A melhora da dor e cólicas menstruais, geralmente, não é tão de imediato. Como é uma doença crônica, em geral a melhora da dor é a médio prazo: de 3 a 6 meses.

10) Vou ter que fazer o acompanhamento para o resto da vida?
Como a doença é remissível - isto é, com a chegada da menopausa os hormônios diminuem e os sintomas da endometriose tendem a retroceder - . não é necessário o acompanhamento pelo resto da vida por causa da endometriose. Entretanto, o acompanhamento rotineiro ao ginecologista é essencial para a manutenção da qualidade de vida e saúde das mulheres.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Aedes Aegypti: Faça a sua parte!

                               


Nem preciso dizer aqui o quanto este mosquito causa pânico.
Para piorar o que já era ruim o vetor da dengue, da Febre Chikungunya é responsável também pela disseminação da Zika, que é extremamente perigosa para as mulheres que estão nos seus 3 primeiros meses de gestação pois pode ser grande causador de microcefalia em bebês.
Os agentes sanitários da Prefeitura de Lorena têm passado nas residências e dado instruções  valiosas a respeito de como evitar que esta praga se prolifere.

 * Coloque telas nos ralos. Caso não consiga, coloque uma colher de sal grosso ou de cloro em pedra a cada 3 dias.

* Nos vasos de plantas não tenha pratinhos. Mantenha as vasilhas secas ou cubra-as com areia até a borda.

* Comedouros e bebedouros de animais domésticos devem ser lavados com esponja ( esfregue com o lado verde) e detergente, no mínimo, uma vez por semana.

* Gravidas e crianças devem se proteger com o uso de repelentes com Icaradina ou DEET na fórmula ( se possível aplicar também em cima das vestes).

É o fim da picada (literalmente) ter de instruir quanto a isso mas POR FAVOR GALERA : NÃO DESCARTAR ENTULHO E LIXO EM TERRENOS BALDIOS OU CALÇADAS.
Atendam os profissionais da Prefeitura que vão às casas acompanhados de soldados do Exército.Teve dúvida?
Ligue para a Secretaria de Saúde de sua cidade e confira se tem algum grupo escalado para visita às residências.
Vamos vencer essa guerra contra este mosquito.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Livro da Semana :Não Quero mais a Chupeta!

Eu ja sou grandinho Nao quero mais a chupeta



Vamos combinar que no princípio ela é um aliado de nós pais...
Acalma, deixa o bebê calminho,calminho.
Mas com o passar dos anos ela se torna insuportável,melhor amiga das crianças e nosso pesadelo: a chupeta.
Esta semana indico este livro de Maria Maneru : Eu já sou grandinho! Não quero mais a Chupeta, que conta a história de Laura e Davi que aos poucos ( com auxílio dos pais) percebem que não precisam tanto da chupeta assim...
A Editora é Todo Livro e o preço médio é de R$ 36,50

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Fios Platinados: Tendência ainda em alta!

     Foto: Revista Época  
   
Flavia Alessandra exibe madeixas platinadas como Santra em Eta Mundo Bom


Tendência do último inverno, os cabelos platinados ganharam força no verão e estão fazendo cada vez mais sucesso entre as mulheres. A fama dos loiríssimos não é de hoje. A atriz Marilyn Monroe, por exemplo, com seu estilo pin-up, sempre foi uma das platinadas mais lembradas de Hollywood. Combinando o tom do cabelo com muito batom vermelho e com os olhos marcados pelo delineador, a estrela dos cinemas ainda inspira muitas mulheres nos dias atuais.
 
Mas o que muitas pessoas não imaginam é que Marilyn não era loira natural. Ao longo de sua carreira, a atriz usou várias tonalidades de loiro até alcançar o platinado, que a tornou mundialmente conhecida. Ou seja, com os devidos cuidados e técnicas, praticamente qualquer cabelo pode chegar ao tom desejado. Entre as mais novas adeptas do tom platinado estão as atrizes Flávia Alessandra e  Leandra Leal, e as cantoras norte-americanas Gwen Stefani e Christina Aguilera.
 
No entanto, inspirar-se no look das celebridades pode não ser tão simples e requer muita paciência e cuidados com os fios. Mas para aquelas que estão decididas a ter o visual, alguns produtos e técnicas podem ser eficientes, trazendo o tom platinado e a hidratação necessária. Para saber como atingir ou manter os fios quase brancos, o hairstylist e embaixador da iCabelos, Gil Prando, separou algumas dicas.
 
Para descolorir
O primeiro passo rumo ao loiro platinado consiste na harmonia com o tom da pele,existe um louro para cada mulher, começando do louro natural ao louro platinado que é o grande boom do momento. Essa etapa requer uma precisa avaliação por um profissional junto com as condições da fibra capilar, pelo menos na primeira vez desta mudança de visual, já que o processo é bastante agressivo para os fios quando o cabelo está ressecado, ou sensibilizado por outros processos químicos anteriores. Por isso, é fundamental investir na reconstrução e hidratação dos cabelos antes de descolori-los. Depois de hidratados, os fios podem ser descoloridos aos poucos e com mais segurança.

A técnica mais comum é o uso do pó descolorante, que pode clarear até oito tons de uma só vez. O método com o pó pode ser adaptado para os cabelos alisados ou com tratamentos químicos. Mas outra opção para descolorir os fios é o uso das colorações clareadoras, que funcionam de forma menos agressiva, já que tratam a fibra capilar ao mesmo tempo que alteram a cor do cabelo.

Esse tipo de produto costuma funcionar muito nos cabelos que não são tratados com processos químicos. Quem usa coloração também deve estar atento à maneira mais eficaz de descolorir o cabelo. Nesses casos, o ideal é fazer a decapagem, técnica que retira os pigmentos artificiais dos fios, ou ir fazendo reflexos, até chegar no tom desejado, sem causar danos aos fios, lembrando que o louro chama muita atenção, com isso é preciso ter fios saudáveis e com brilho.

Vale lembrar que o resultado final do processo de descoloração depende especialmente da estrutura e da pigmentação natural dos fios, mas, uma vez concluída essa etapa, os platinados perfeitos estarão mais próximos do que nunca!

Tonalização e/ou matização
Quando o cabelo é descolorido, o resultado final do clareamento pode não ter atingido o tom desejado, ficando entre o loiro alaranjado ou amarelado (especialmente quando a coloração natural do cabelo é escura). Para anular esse efeito e conquistar o tom platinado, o ideal é tonalizar e/ou matizar os fios para neutralizar os tons indesejados, seguindo sempre as orientações do fabricante que consta na embalagem.

Já para obter os melhores resultados, é interessante escolher os produtos certos. Prando indica o kit matizador Manutenção Loiros Perfeitos, da Lé Charme’s, e o Magic Color Platinum Blond, uma máscara acidificante matizadora.

Pós-platinado
Todo o processo de descoloração e tonalização dos fios rumo ao tom platinado pode fragilizar a fibra capilar. Por isso, é fundamental intensificar a rotina de hidratações e reconstruções para manter o platinado perfeito. Uma ótima dica para evitar que o tom vá se perdendo com o passar do tempo é investir em produtos com reflexos violetas.

Uma vez platinados, o ideal é que os fios sejam retocados na raiz a cada 20 dias ou um mês, dependendo do crescimento do cabelo. Mas basta retocar a despigmentação e a tonalização da raiz para desfilar com o loiro platinado perfeito por aí.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Melissas para as pequenas



E hoje é dia de Mini Melissa para as bebês ( que calçam a partir do número 17) e de Mel para as princesas...
As opções da marca são encantadoras e  o mais interessante é que as cores indicadas pela Pantone ( rosa quartzo e azul serenity) estão entre as cores mais usadas.
Para as bebês as mamães encontrarão muitas opções do modelo aranha, das sapatilhas e a novidade fica por conta do modelo Flox ( da nona foto).
Tem como não cair de amores pela Ultragirl V de corujinha?






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Já as meninas que calçam a partir do número 26 poderão escolher dentre as diversas opções da Mel,coleção criada só para elas...
Destaque para a Aranha 1979 e para a Mel Flox High ( a cara dos anos 80,eu tive e vinha com bolsinha! ) para as mães matarem saudades...
Já as fãs de personagens vão se apaixonar pelos modelos  Ultragirl + Maleficent e Ultragirl + Cinderela ( as duas ultimas fotos).
Só por curiosidade, a Ultragirl + J Maskrey é a única com preço muiiiiiito alto ( a segunda abaixo custa R$700,00 !!!!!!!!)






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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Preview Outono/Inverno C&A 2016

Sei que todo mundo gosta de saber o que vem por aí de novidade nas lojas.
Recebi dia desses algumas das novidades da coleção Outono/Inverno da C&A e hoje compartilho com vocês aqui no Sempre Belezinha.
Atenção fãs da dupla P&B: a coleção está recheada de peças nestas cores, com muitas listras estampas nestas cores.Outra cor constante nas peças é o azul escuro com estampas florais pequenas, para quem gosta de um look dark mas romântico.
A camisa jeans entra como acessório, amarrado na cintura para elas, fazendo contraste com o tom camelo ( de novo em alta nesta temporada que começa mês que vem).
Para eles xadrez,jeans e t-shirts com emojis e personagens como Olaf (do filme Frozen) e o meu super herói favorito, o cavalheiro das trevas, Batman (nem preciso dizer que estou apaixonada né?)















quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Preview Outono Melissa 2016




Atenção meninas fãs das Melissas ( eu crescidinha e velhinha mas fã incondicional)...
Hoje o Sempre Belezinha traz para vocês um gostinho do que vem por aí na Coleção Outono 2016 da marca.
Para quem adora as sapatilhas mas vinha torcendo o nariz para os laços ultra-mega gigantes a boa nova: eles estão menores!!!!
Quem curte um sapato com design moderno vai curtir  os modelos X- Boot ( da primeira foto) e Elastic Dance ( o sétimo).
As minhas favoritas são  Glam + Pequeno Príncipe ( a quarta) e a Campana Barroca ( um dos modelos mais confortáveis que já tive depois da Aranha clássica).
Prometo que em breve trarei as Melissas para as pequenas ( estão de matar qualquer mamãe de fofura)

















terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Livro da Semana : Martinha quer saber, e você?





Quem criou o Sol, a Lua e as estrelas? E a água salgada, os peixes e a vida marinha? As frutas docinhas, legumes e verduras? Por que nascemos e como viemos parar aqui na Terra? Essas são algumas das perguntas que a pequena Martinha faz à avó enquanto se divertem juntas jogando quebra-cabeças, dominó, mico e um monte de outros jogos. Em Martinha quer saber, e você?, uma garotinha muito curiosa questiona a avó sobre a vida, a criação, a natureza... Com belas ilustrações de Rafael Sanches  e mensagens sensíveis , esse livro de Danielle Carvalho vai encantar não só as crianças, mas qualquer um que desejar relembrar as conversas com a avó.
Da Editora Boa Nova, preço médio R$ 9,90

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Tireóide: cuide bem da tua!



Foto: divulgação
Matéria Divulgação
Em entrevista, a atriz Monique Alfradique, 29 anos, que atualmente pode ser vista na novela global “A Regra do Jogo”, revelou ter descoberto que sofria de hipotireoidismo. Com o diagnóstico, ela disse que passou a frequentar nutricionista e faz o controle da doença com a ingestão diária de comprimidos.
O caso de Monique serve para ilustrar que o correto tratamento pode fazer com que a pessoa com hipotireoidismo leve uma vida normal. “É claro que cada diagnóstico necessita de um tratamento adequado, que quanto antes for iniciado, melhor e mais rápido o organismo do paciente irá reagir, isto é, a qualidade de vida da pessoa com hipotireoidismo irá aumentar”, afirma Jorge Kim, especialista em Cirurgia de Cabeça e Pescoço e em Doenças da Tireoide e Paratireoide, da Alira Medicina Clínica e Cirúrgica.
O termo “qualidade de vida” é aplicado pois, como a tireoide atua no crescimento e desenvolvimento do ser humano, o mau funcionamento pode provocar uma verdadeira “bagunça” no corpo. Entre os principais sintomas de que a pessoa possa estar sofrendo de hipotireoidismo estão: cansaço excessivo; sonolência; perda de memória; dores musculares e nas articulações; aumento dos níveis de colesterol no sangue; ressecamento da pele e unhas; queda de cabelo; prisão de ventre e até depressão. Em crianças, inclusive, o crescimento pode ficar comprometido.
“Isto ocorre porque – com a falta de hormônios, em decorrência do mau funcionamento da glândula – tudo começa a trabalhar de forma mais lenta no corpo: o coração bate mais devagar, o intestino prende e o crescimento pode ficar comprometido”, diz o especialista.
A tireoide é uma glândula localizada na frente do pescoço, logo abaixo da região conhecida como Pomo de Adão (ou popularmente, gogó). Ela tem a forma aproximada de uma borboleta, com dois lobos de cada lado da traqueia unidos pelo istmo. Ela produz dois hormônios que contêm iodo, a tiroxina (T4) e a triiodotironina (T3). Estes hormônios são responsáveis por controlar a velocidade do metabolismo, influenciando no desenvolvimento do corpo e na atividade do sistema nervoso. Assim, é fundamental que ela esteja em perfeito estado de funcionamento para garantir o equilíbrio e a harmonia do organismo.
Quando a tireoide não exerce bem sua atividade pode liberar hormônios em excesso (hipertireoidismo) ou em quantidade insuficiente (hipotireoidismo). “Hormônios em excesso tornam a pessoa hiperativa, nervosa, com fome e faz com que perca peso. Já a falta de hormônio faz com que a pessoa fique mais lenta, se sinta cansada e engorde”, explica Kim.
Tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem ser detectados através de exames periódicos e laboratoriais ou ainda analisando os sintomas. A doença pode aparecer por um período curto ou longo e ser desencadeada por diversos fatores. O importante é que diagnosticar as doenças da tireoide não é complicado e o tratamento pode melhorar a qualidade e salvar a vida das pessoas.